Resenha do livro Eleanor e Park da autora Rainbow Rowell
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Eleanor e Park – Rainbow Rowell [Resenha]

14 de fevereiro de 2018

 

Capa do livro Eleanor e Park da autora Rainbow Rowell
Eleanor é a nova garota na cidade, e ela nunca se sentiu mais sozinha. Todas as roupas estranhas, cabelo ruivo caótico, e uma vida familiar cheia de problemas, ela não poderia ficar mais de fora nem se tentasse. Então ela senta no ônibus ao lado de Park. Calmo, cuidadoso e – aos olhos de Eleanor – impossivelmente legal, Park acredita que ficar de fora do caminho é o melhor jeito de sobreviver ao colegial. Devagar e instantaneamente, através das conversas tarde da noite e uma grande pilha de fitas, Eleanor e Park se apaixonam. Eles se apaixonam do jeito que sempre é a primeira vez, quando se tem 16 anos, e não há nada e tudo a perder.

Título: Eleanor e Park (Eleanor & Park)

Autor: Rainbow Rowell

Editora: Novo Século

Páginas: 265

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Eleanor e Park foi um livro que me conquistou. É um romance fofo e inocente, mas ao mesmo tempo é um livro reflexivo, que trata de assuntos pesados como bullying, problemas familiares, abuso doméstico e sexualidade.

O livro é narrado de duas perspectivas, Eleanor e Park, mas sempre em terceira pessoa. Começamos o livro conhecendo a personagem de Eleanor. Ela é uma menina ruiva e grande, sendo retratada algumas vezes como gorda, que se muda para uma nova cidade para morar com sua mãe, padrasto e quatro irmãos. A família de Eleanor é muito pobre e seu padrasto é abusivo com sua mãe.

“Segurar a mão de Eleanor era como segurar uma borboleta. Ou um coração a bater. Como segurar algo completo, e completamente vivo.”

 

Eleanor passa a frequentar uma nova escola e, no ônibus, conhece Park. Park tem uma família perfeita, do ponto de vista de Eleanor, seus pais se amam e ele tem tudo que quer. Por causa de sua aparência, Eleanor está acostumada com o bullying e os olhares das outras pessoas e se impressiona por Park começar a tratá-la como uma pessoa comum.

Com uma trilha sonora perfeita, revistas em quadrinho e muitas conversas, Eleanor e Park vão se apaixonando. É aquele amor inocente e saudosista dos anos 70, aquele que nós vemos nos filmes quando adolescentes e sonhamos em conseguir (pelo menos eu sonhava).

“Era muito raro encontrar alguém assim, ele pensava. Alguém para amar para sempre; alguém que também o amaria para sempre.”

 

Este livro trás a tona tantas emoções diferentes e impossíveis de descrever. É um livro romântico e dramático, daqueles que vale a pena cada segundo da leitura. Infelizmente o livro acabou e eu fiquei com gostinho de quero mais. Por mim, a autora poderia ter escrito mais umas 200 páginas (risos).

Não deixem de comentar!! Beijos!!!

Comentários

comentários

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  1. Olá, Annie. Tudo bem?
    Eu nunca parei para ler Eleanor e Park, mas ouço muitos elogios.
    Gosto de me deparar com livros que não apenas querem nos enfiar o romance goela abaixo, mas gosto de livros que tem uma lição por trás, uma reflexão e, esse, como você falou, tem tudo isso.

    Já chamou a minha atenção, sem dúvidas.

    Beijos,
    Naty
    http://www.revelandosentimentos.com.br/

  2. Olá! Nunca li nada da Rainbow Rowell, mas sempre li e ouvi apontamentos muito positivos sobre seus trabalhos. Não tenho nenhum livro em específico dela pelo qual eu pretenda ter um primeiro contato com a sua escrita, o que cair em minhas mãos primeiro será o escolhido. (Hihihi) Adorei a resenha. Abraços!

    Blog Enquanto Leitora

  3. Oi, Annie, sempre me recomendam esse livro, me parece mesmo bom. Penso como é triste a pessoa sofrer tanto bullying ao ponto de, quando tratada normalmente, estranhar! Eu tenho raiva dessas coisas, de gente que se liga em aparência ou superficialidades para maltratar outras pessoas. É legal ver em livros e filmes relacionamentos sadios que abrandam bullying, nos lembra que o mundo ainda pode ter jeito.

    1. Oi Tatiana,
      Você deveria ler, é muito bom!
      Realmente, é bizarro pensar que isso realmente existe. É muito triste que as pessoas sofram dessa maneira. Penso que antigamente todos sofriam muito mais e não notavam ou tratavam como algo normal (coisa de criança). É bom pensar que esses assuntos já são tratados diferentemente hoje em dia. As pessoas estão cada vez mais tolerantes e, como você disse, é ótimo ver isso em livros e filmes.
      Beijos!! Obrigada por comentar.

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